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Patrícia Mamona é vice-campeã olímpica

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É a segunda medalha portuguesa nos Jogos Olímpicos de Tóquio e é de prata. Depois do bronze de Jorge Fonseca no judo, Patrícia Mamona foi segunda classificada na final deste domingo, com um magnífico salto de 15,01m, superando largamente o seu recorde nacional de 14,66m. Só não chegou para abater a gigante venezuelana Yulimar Rojas, que fez 15,67m, um novo recorde mundial.

A portuguesa, que tinha apenas o nono melhor recorde pessoal entre as 12 finalistas, seguiu o exemplo de Rojas no primeiro salto e deixou logo a concorrência em alerta. Um recorde nacional logo ao primeiro ensaio (14,66m) dava-lhe margem de manobra para arriscar ainda mais no resto do concurso, mas também deixava as adversárias com mais margem para lhe responder.

Enquanto a venezuelana de 1,92m de altura, com as duas mãos na medalha de ouro, se divertia a tentar bater o recorde do mundo (os 15,50m de Inessa Kravets feitos em 1995), o salto inicial da portuguesa ia resistindo aos ataques das concorrentes. A espanhola Ana Peleteiro também saltou para um recorde nacional de 14,77m, à segunda tentativa, e foi quem se aproximou mais antes do corte de 12 para oito finalistas, que iriam passar a saltar por ordem inversa de classificação.

A jamaicana Shanieka Ricketts foi quem mais se aproximou, com 14,84m na sua quarta tentativa, mas Patrícia Mamona ainda tinha mais para dar nesta final. E, no seu quarto salto, levou o seu recorde para lá dos 15 metros (15,01m), um salto que teve uma chamada conservadora, a cerca de 13 centímetros da plasticina.

Atrás da portuguesa, havia uma luta pelo terceiro lugar. Peleteiro também melhorou o seu recorde de Espanha para 14,87m, à quinta tentativa, e acabou por ser suficiente para o bronze.

E depois de Mamona fazer o seu último salto abaixo dos 15m, Rojas deixou o melhor para o fim, cumprindo aquilo que tinha tentado durante a final. Bateu um recorde mundial com 26 anos de idade, deixando-o em 15,67m.

Esta é, de longe, a melhor participação olímpica da atleta do Sporting. Em Londres 2012, nem sequer chegou à final, mas, no Rio 2016, foi sexta classificada, com 14,65m. E é mais uma medalha no seu extenso currículo, que inclui um título europeu ao ar livre (2016) e uma medalha de prata (2012).

Portugal já não ganhava uma medalha de prata em Jogos Olímpicos desde o segundo lugar dos canoístas Emanuel Silva e Fernando Pimenta no K2 1000m, em Londres 2012.

 

Fonte
pu.publico
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